O Crescimento da Educação nas Interações das Redes Sociais


Todo mundo já está cansado de ouvir o quanto a tecnologia evoluiu nos últimos anos, como nós mudamos as nossas formas de nos relacionar e que as redes sociais têm a sua parcela de culpa nisso, a tal da Modernidade Líquida, né? Agora, em 2020, com a pandemia, isso se intensificou ainda mais, com o digital ficando normal em diversos âmbitos, como o profissional e o educacional.


Mas será que a interação das redes sociais com a educação é realmente proveitosa?


Bom, não tivemos muita escolha ao normalizar o ensino a distância, o famigerado EAD, e os números comprovam isso, sendo o segmento que mais aumentou o número de interações nas redes sociais, atingindo uma alta de 60%. Então sempre fica a dúvida se ele é realmente eficaz, se a integração desses dois mundos (educacional e digital) pode gerar resultados que o ensino presencial não gera.


Além dos fatores pandemia e isolamento social, outra questão que coopera para a integração desses universos é a supervalorização do tempo, ou seja, quanto mais tempo você tem, melhor é. Dito isso, torna-se conveniente anular a questão espacial; a locomoção de sair do trabalho/casa e ir para escola/faculdade toma parte do nosso precioso tempo, então um ensino a distância acaba caindo como uma luva.


Respondendo logo à pergunta: quer queira, quer não, o EAD e a interação com as redes sociais, na conjuntura profissional em que nos encontramos, são necessárias para o desenvolvimento humano. Imagina só se não tivéssemos essa opção durante o isolamento social, todos iriam ficar sem estudar ou trabalhar? A resposta é óbvia!



Tudo bem, realmente perdemos a interação humana, o que é ainda pior para as crianças, afinal, nós humanos somos seres sociais e esse contato facilita bastante o aprendizado, mas é aí que entram as redes sociais.


Antes de continuar, é bom esclarecer que redes sociais não são apenas Facebook, Instagram, TikTok, etc., mas muito mais abrangente que isso.


O funcionamento do EAD é, basicamente, um profissional criando o conteúdo, postando-o numa rede ou promovendo aulas ao vivo virtuais. Essa rede é acessada pelos alunos, onde eles podem postar perguntas que o profissional irá responder ou, até mesmo, os próprios alunos gerando interação. Óbvio que se esse processo inteiro for atrelado a alguma das redes sociais tradicionais, essa interação é ainda maior e mais eficaz.


A dúvida que fica agora é como as redes sociais são aplicadas nesse contexto e como as utilizamos corretamente para agregar e não atrapalhar. As redes sociais podem ser consideradas ambientes com a capacidade de formação de sujeito, ou seja, um local onde podemos nos comunicar, expor nossas opiniões e ouvir a de outros, havendo uma evolução informacional e pessoal no aluno.


Com esses recursos, as redes sociais têm uma capacidade enorme de desenvolver um estudante do EAD, uma vez que este aluno pode se conectar com os demais e não só eles, mas também com pessoas que gostam e entendem do assunto de uma realidade completamente diferente, trazendo assim o ambiente escolar tradicional para o virtual e expandindo o ambiente e tempo de aprendizado para momentos fora da “sala de aula”.


Agora não há dúvida que as redes sociais cooperam positivamente para o ensino, principalmente se ele for a distância, pois supre a falta de interação com outros alunos, outras vivências e opiniões cooperando ainda com um maior aprendizado.


Ou seja, sem desculpas para os cursos EAD. Eles são perfeitos para quem tem uma rotina corrida em que qualquer tempo no trânsito prejudica o dia inteiro; para quem procura a liberdade de horários (aqui, entram os cursos com aulas gravadas); para quem quer se conectar ainda em segurança com distanciamento social; para quem não quer esperar, afinal sempre é tempo de aprender, se desenvolver e conhecer novas pessoas!


Refêrencias:


https://monografias.brasilescola.uol.com.br/comunicacao-marketing/redes-sociais-sua-aplicacao-na-educacao-distancia.htm

https://porvir.org/educacao-foi-a-categoria-que-mais-cresceu-em-interacoes-nas-redes-sociais-no-ultimo-ano/





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