Quer aumentar suas conversões pelo celular? Confira aqui um estudo realizado pelo Google, com as bes

It's all about UX, baby!

Autor: Think with Google

Não é nenhuma novidade que entregar uma boa experiência de navegação ao usuário exerce um papel fundamental no engajamento dele e, possivelmente, na conversão de uma venda pelo website.

Até bem recentemente, as empresas estavam focando em acertar como fazer isso direitinho apenas no desktop. Hoje em dia, contudo, como 40% das compras online acontecem via mobile, elas estão tendo que correr atrás para não ficarem no prejuízo.

Um "UX fluído", por assim dizer, é essencial para quem deseja prosperar nos negócios - o próprio Google, inclusive, tem trabalhado conjuntamente com algumas marcas (não-brasileiras - CarFinance 247, CreditPlus, e Matalan) a fim de atingir resultados mais tangíveis nesse sentido.

Embora não haja uma "única receita de bolo" que funcione de forma relevante ao redor do mundo para essa questão (além, claro, de testes A/B), existem alguns princípios fundamentais capazes de melhorar as métricas de marketing digital e outros dados estatísticos importantes.

Mastering the basics já ajuda bastante!

Um estudo recente da plataforma mostrou que quase a metade (49%) dos sites de varejo não alerta em tempo real sobre os erros cometidos no preenchimento de um formulário - ou seja: você passando campo por campo (e dedicando um tempo para completar cada um deles), e só depois que chega ao fim e tenta enviar ou avançar para a próxima etapa, é que vem um aviso de que algo saiu incorretamente. E toca voltar e fazer tudo de novo!

Além do mais, 7 em 10 deles não permitem que itens sejam salvos na whishlist sem antes criar uma conta. Talvez, no entanto, o problema fique pior diante da necessidade de realizar esse mesmo procedimento na hora do checkout - aí, cerca de 34% das pessoas simplesmente abandonam o carrinho, deixam para lá a compra que estavam prestes a concluir. Impressionantes 45% dos endereços eletrônicos não oferecem um guest checkout.

Em muitos casos, ainda, a Geração Z (que sucedeu a dos Millenials, nascida entre meados dos anos 90 até o início de 2010 - a maior e mais diversa na história) está tendo que descobrir que aquele símbolo do disquete em muitas páginas significa "salvar" (gente, nós não sabíamos que esse ícone continuava em uso por aí).

Será que o seu UX é tão bom quanto você pensa?

O mais interessante disso tudo é perceber que as empresas participantes da análise consideraram que, em termos de UX, estariam numa nota 8, numa escala de até 10; porém, segundo os entrevistados, somente algumas marcas globais, como Booking.com e eBay, alcançaram uma média de 80% ou mais nas respostas.

Um panorama das best practices dessas companhias - e outras, dos ramos de varejo, finanças e turismo - pode ser acessado num site do Google chamado Masterfull Mobile - já todo trabalhado nas tecnologias AMP e PWA, e seguindo os "ensinamentos" das instituições que utiliza como exemplos.

Lá você vai encontrar o caso da Allianz, que avisa imediatamente se a informação foi inserida erroneamente e como consertá-la; o da KLM, que possibilita que se reserve um voo sem ter que gerar um novo perfil; e o da Morhipo, uma loja turca de roupas e artigos domésticos online, que sinaliza quando o estoque de um produto está baixo, a fim de instigar um senso de urgência e, assim converter mais; dentre muitos outros.

Vale a pena dar uma olhadinha, porque com certeza você conseguirá extrair algo de bacana para aplicar também ao seu empreendimento ou serviço na rede.

Sobre o Think wth Google: https://www.thinkwithgoogle.com

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